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A hora da fome: por que precisamos comer?

Postado por Vapza, em 07 May 2019 — 15h41

Todo dia é a mesma coisa: quando o relógio marca meio-dia, começamos a ficar impacientes. De repente, ouvimos um barulho vindo do estômago e, enquanto não comemos, a situação não melhora. Você já parou para pensar por que sentimos fome?

Curiosamente, a manifestação dessa sensação faz com que os sentidos fiquem mais aguçados. A visão, a audição e o olfato tentam a todo custo localizar os sinais mais nítidos de que há alimento nas proximidades. E isso não acontece apenas com nós, seres humanos, mas também com os animais.

Mais do que uma obrigação, comer é uma forma de suprir o nosso corpo com matérias-primas que possam ser transformadas em energia. A falta dessas matérias-primas faz com que o cérebro coloque o organismo em estado de alerta e, a partir disso, desencadeiam-se uma série de reações físicas e químicas que conhecemos por fome.

Por que precisamos comer?

Da mesma maneira que um automóvel precisa de gasolina para funcionar ou que um celular precisa de uma bateria carregada para continuar operando, o corpo humano também precisa de combustível. Nesse caso, os alimentos fazem essa função, pois quando os ingerimos eles são transformados em calorias, a nossa energia.

E qual é a quantidade de “combustível” que precisamos ingerir? A resposta para essa pergunta depende de uma série de fatores, como sexo, faixa etária, composição corporal e estilo de vida. Uma pessoa que passa o dia sentada diante do computador necessita menos energia do que um jogador de futebol, por exemplo.

Além disso, assim como em um carro, o combustível não é o único item com o qual devemos nos preocupar. Há que se pensar nos fluídos de freio, no óleo para o motor, na água para o radiador, e assim por diante. Quando falamos em alimentação, precisamos considerar os nutrientes que o corpo humano precisa.

Em nosso caso, a lista inclui os carboidratos (como pães, massas e batata), as vitaminas, as fibras e os sais minerais (presentes em frutas, legumes e verduras), as proteínas (que estão nos ovos, na carne e no leite) e os lipídeos (que estão no azeite, na manteiga e nos óleos). É a combinação desses elementos que faz com que o corpo se mantenha em equilíbrio.

O que acontece no organismo durante a fome

A sensação de fome que sentimos nada mais é do que um alerta geral que envolve vários órgãos com o objetivo de nos avisar que pode faltar energia. Naquele momento, entretanto, o organismo está longe de correr perigo. Estudos sugerem que é possível ficar entre dez e vinte dias em abstinência de comida (exceto água) sem que o organismo seja, necessariamente, prejudicado.

Quando sentimos fome, alguns dos sinais são o aumento da produção de saliva na boca, a secreção de sucos gástricos e os roncos no aparelho digestivo. Além dos sentidos se aguçarem, os alertas do cérebro indicam que poderá haver falta de combustível nas artérias. Porém, o corpo humano sabe onde buscar ajuda em um primeiro momento.

Nós mantemos uma reserva energética de cerca de 6 mil calorias, algo suficiente para manter o nosso corpo por três ou quatro dias em repouso. Se a fome aperta e alimentos não são ingeridos, o organismo começa a utilizar essa reserva, “canibalizando” a si mesmo.

Ele obtém proteínas “desmontando” tecidos e órgãos para obter deles a energia de que tanto precisa. O recurso pode parecer extremo, mas trata-se de um mecanismo inteligente que permite prolongar a vida mesmo em situações nas quais passamos vários dias sem ingerir alimentos. A prioridade, sempre, é manter tudo funcionando, ainda que de forma mais lenta.

Alimentação e sua função social

Em teoria, bastaria para nós ingerirmos os nutrientes necessários todos os dias para manter o organismo funcionando. Porém, vamos além disso: fazemos refeições saborosas, com pratos esteticamente agradáveis e utilizando-se de ambientes sociais para as refeições.

Isso porque a alimentação supre também outras condições psicológicas no nosso dia a dia. Seu papel social inclui fazer com que nos sintamos bem, seja pelo fato de sentarmos à mesa com outras pessoas para conversar durante as refeições, ou pelo fato de transformar os alimentos crus em pratos caprichados, visualmente atrativos e saborosos.

Nos sentimos bem ingerindo alimentos que tenham sido preparados de uma forma especial – assim como nos sentimos bem em oferecer alimentos para as pessoas que gostamos. As confraternizações? Elas também ocorrem sempre em volta de alimentos, já pensou nisso? Podemos, mas não queremos comer todos os dias, a mesma comida, por período longos de tempo. Sempre buscamos variações e novas combinações.

Em outras palavras, os alimentos não são apenas energia, mas também uma experiência social e cultural a ser desfrutada. Todos nós somos especialistas em comida, ao nosso modo, pois desfrutamos dos alimentos todos os dias. Assim, mais do que simplesmente “nutrir o corpo”, bons pratos preparados com capricho são capazes de nos deixar mais felizes e dispostos. Quer motivo melhor para que a sua próxima refeição seja inesquecível?

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Fonte(s): BBC, Revista Superinteressante, Minha Vida, Eu Atleta, Ciência Hoje das Crianças e SAPO Lifestyle

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